segunda-feira, 5 de novembro de 2012

X Sarau do Chico!

Poeteiros e artistas, dia 8 acontecerá mais um Sarau do Chico. Como muitos já sabem, o sarau é um espaço que abrimos para que gente que gosta de criar possa se reunir numa noite de arteiragem e malandragem.

O sarau acontece no CA de letras, mas a ideia é envolver todas as formas artísticas para engrandecer a noite. Por isso, todo tipo de arte é bem vinda: artes visuais, cênicas, dança, música, performance e muita poesia. Na última edição do sarau tivemos até um mágico no recinto, por isso não se inibam! C
ALOUROS SÃO MUITO BEM VINDOS! Esperamos a casa cheia, nessa edição, já que é início de semestre e o sarau é uma ótima atividade de iniciação no curso de letras!

Sempre colocamos um tema no sarau em torno do qual todas as obras devem girar com o intuito de criar uma atmosfera pra cada edição e instituir um desafio para incentivar a produção, deve servir não como uma restrição ao sarau, mas ao contrário, um estímulo! O tema, dessa vez, será SEGREDO! Vocês tem aí uns vários dias pra botar a mão na massa, dá tempo e sobra.

COMO FAÇO PARA PARTICIPAR?
Bom, é simples! Envie-nos um e-mail para xicosagomes@gmail.com e te incluiremos na programação! Claro que o sarau não é fechado, portanto é sempre possível aparecer lá na hora com uma apresentação. No entanto, as pessoas que mandarem e-mail e entrarem na programação, terão preferência de disponibilidade de horário e garantirão a sua apresentação. A medida que o pessoal se manifestar, vamos colocando aqui no evento pra vocês saberem o que rolará! Pedimos que os e-mails sejam enviados até dia 31/10, no MÁXIMO!

Então, recapitulando:

QUANDO? 8/11, às 19h30
ONDE? UnB, Calet, BT 222
TEMA? SEGREDO!
EMAIL? xicosagomes@gmail.com

Ps: Pedimos encarecidamente que quem for fazer apresentação musical ou teatral/performance, adapte-se ao nível sonoro permitido dentro do sarau, já que rolarão aulas simultaneamente ao evento e temos que manter o som baixo. Todo mundo gosta de um sonzinho acústico, né não?

Pss: Subornamos os presentes com vinho. Eu não perderia por nada no mundo!
Atenção atletas Letristas! 

As inscrições para o JiUnB's - Jogos internos da UnB - já começaram.

As modalidades são: 

Modalidades coletivas: Basquete, Futebol, Futsal, Handebol, Vôlei, Cabo de Guerra, Futmanobol e Desafio dos CAS

Modalidades de duplas e individuais: Badminton, Bete, Caiaque, Tênis de Campo, Tênis de Mesa, Truco e Vôlei de Praia

Modalidades individuais: Jiu-jitsu, Judô, Karatê, Taekwondo,Escalada, Corda Bamba, Xadrez, natação, atletismo e ginastica artistica 

Maiores informações no site
http://www.atletica.unb.br/

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Assembleia Geral de Estudantes de Letras



Assembleia Geral de Estudantes de Letras 

Dia: 01/11 Quinta
Hora:17:30 horas
Local: ICC Sul sala BT 222 – CALET

Pauta:
Informes
Eleições para o CALE

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Mensagem de boas- vindas aos calouros (as) !



Parabéns, calouro(a), pela aprovação no curso de Letras! Você agora faz parte de uma pequena parcela da juventude Brasiliera que tem o privilégio de estudar em uma universidade pública e gratuita, onde a formação está baseada no tripé – ensino pesquisa e extensão.
O curso de  Letras  nos permite modificar a realidade por meio da linguagem e dos  seus múltiplos discursos. Aqui você entrará em contato com as diversas linhas de pesquisa na aréa da linguagem: linguística, literatura, tradução, ensino, educação, mercado de trabalho além das diversas novidades do mundo acadêmico.
Infelizmente, nosso curso apresenta problemas estruturais decorrentes da falta de investimento público nas universidades federais e estaduais.  Atualmente, faltam professores/as para as disciplinas optativas; nossos laboratórios não estão em boas condições; temos diversas restrições para a dupla-habilitação; carência de material didatico; poucos projetos de pesquisa e extensão; pouquíssimos intercâmbios; o restaurante universitário  precisa ser ampliado; as salas de aula são inadequadas; o transporte público deficiente. 
Esse ano passamos por uma das maiores  greves nas universidades, o que questionou o modelo de educação superior pública adotado no Brasil, que sofre de sucateamento crônico devido a vários problemas decorridos da   má  gestão e da  falta de investimento que  o Programa de Reestruturação das Universidades Públicas – REUNI não foi capaz de sanar, na verdade o Reuni  potencializou os problemas  já existentes.
Professores(as) e técnicos(as) reivindicaram melhores condições de trabalho e reestruturação do plano de carreira e nós estudantes continuamos reinvidicando melhores condições de ensino, mais verba para a assistência estudantil a fim de garantir a permanência dos estudantes na UnB. 
Com o fim da greve, resta-nos o desafio de avançar ainda mais nas lutas e mobilizações para conseguir construir uma universidade pública gratuita, universal e de qualidade que esteja a serviço da emancipação dos trabalhadores e não apenas para formação de mão de obra.  Porém, para melhorar nossas condições de ensino é necessario fortalecer nossa entidade estudantil, o Centro Acadêmico de Letras – CALET ,que tem a finalidade de promover a integração do curso através de atividades culturais, políticas, artísticas e acadêmicas, além de representar os(as) estudantes de Letras perante os departamentos do instituto, o Diretório Central dos Estudantes – DCE, a Reitoria e toda a Universidade. A Executiva Nacional de Estudantes de Letras – Exnel  é a entidade que nos representa estadual, regional e nacionalmente. 
O espaço físico é um espaço de convivência e interação entre estudantes do curso, além de um espaço próprio dos(as) estudantes de Letras para realizarem as atividades do seu Centro Acadêmico 
Em breve teremos eleições para a escolha da diretoria do CALET, fique por dentro e participe!
Por fim, convidamos a todos e a todas para a construção do 7º Encontro Brasiliense de Estudantes de Letras – EBREL que será realizado dos dias 22 a 24 de novembro na UnB.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Avaliação da greve feita pela Exnel

A educação pública no Brasil está sucateada, professoras/es desvalorizadas/os com salários baixos, materiais didáticos insuficientes e de baixa qualidade, alunas/os desmotivadas/os, infraestrutura inadequada e vários outros problemas que refletem a péssima qualidade da educação.
O ano começou com várias greves e mobilizações das/os professoras/es da educação básica reivindicando melhores condições de trabalho e maiores salários.
Professoras/es, técnicas/os universitárias/os também entraram em greve exigindo planos de carreira e melhores condições de trabalho. Essas greves foram em resposta ao projeto neoliberal e mercadológico das universidades, potencializado pela expansão universitária via Programa de Reestruturação da Universidade Públicas – REUNI e também por projetos estaduais similares a este que impuseram algumas metas que precarizam ainda mais o ensino, tais como: o aumento da relação aluna/o-professor/a; diversificação da modalidade de ensino inaugurando os cursos de formação acelerada; duplicação do número de acesso,porém com aumento de apenas 20% dos recursos, sendo esses subordinados aos recursos do MEC e sem garantia de fato; criação de campi sem infraestrutura adequada (há universidades com aulas em usinas de lixo) e outros problemas.
Infelizmente, o governo Dilma, diante da crise econômica,escolheu priorizar o capital financeiro em detrimento da educação, pois efetuou uma série de medidas que atestam essa fato : continuou pagando os juros da divida externa, deu isenção de impostos para grandes empresários, cortou recursos das áreas sociais(cerca de 55 bilhões), orientou o corte de ponto de grevistas, além de apresentar uma proposta rebaixada para as categorias em greve.
O ANDES-SN, sindicato nacional que representa a maioria absoluta dos docentes, recusou a proposta do governo, e ele se manteve intransigente, se opondo a negociar, levando, assim, a greve a uma duração de mais de três meses. Isso demonstra a total falta de responsabilidade com a educação superior neste país. As/os estudantes também entraram em greve reivindicando melhores condições de ensino e permanência nas universidades, como reajuste de bolsas acadêmicas e de permanência; mais restaurantes universitários; moradias; creches universitárias; conclusão de novos campi e mais investimento.
Ainda que em nível nacional as pautas da greve pouco avançaram, o governo sinalizou aumentar a verba do Plano Nacional de Assistência Estudantil – PNAES e em muitas reivindicações locais em várias universidades foram alcançadas.
Apesar de alguns problemas, o Comando Nacional de Greve estudantil – CNGE  também foi um avanço em relação à organização dos estudantes, negociando as pautas com o governo, articulando com outras categorias em greve, organizando atos, etc., além de que seus delegados foram eleitos democraticamente nas assembleias.
Com o fim da greve, resta-nos o desafio de avançar ainda mais nas lutas e mobilizações para conseguir construir uma universidade pública gratuita, universal e de qualidade que esteja a serviço da emancipação dos trabalhadores e não apenas para formação de mão de obra e reserva de mercado.
Encontra-se no Senado Federal o novo Plano Nacional de Educação (PNE) que segue a lógica do REUNI, aprofundando suas metas precarizantes, além de não mudar o patamar de investimento atual. A proposta do governo e de setores governistas dentro do Movimento Estudantil é que o investimento do PNE seja de 10% do PIB para 2023, porém a greve mostrou que é necessário investir já para o próximo ano.
Executiva Nacional de Estudantes de Letras – ExNEL

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Assembleia Geral de Estudantes de Letras



Assembleia Geral de Estudantes de Letras 


Dia: 11/09 Terça
Hora:17:30 horas
Local: ICC Sul sala BT 222 – CALET


Pauta:

  • Apresentação da ExNEL
    (Executiva Nacional de Estudantes de Letras)
  • Avaliação da Greve
  • Eleições para o CALET

domingo, 15 de julho de 2012

Informativo do Comando Nacional de Greve estudantil sobre a proposta do Governo aos professores

Professores não aceitam proposta e a greve continua!

Governo Dilma e mídia trabalhando juntos para desmontar a greve!

Hoje, 13 de Julho, aconteceu a reunião de negociação do Ministério do Planejamento com o Comando Nacional de Greve do Andes, SINASEFE e com o PROIFES. Essa mesa retoma as negociações que foram feitas no ano passado, que aprovaram o reajuste de 4% para os docentes, o qual foi desrespeitado pelo governo federal. O reestabelecimento das negociações é uma resposta à pressão das categorias em greve, mas o seu objetivo está longe de colocar a educação como prioridade. Ao contrário, a preocupação principal é fazer de tudo para dividir as categorias em greve e evitar que a força da greve imponha derrotas ao governo em todo o seu projeto de educação.

Vemos os números oficiais sobre o crescimento econômico muito abaixo do esperado. Quando a crise econômica chega às portas do Brasil, o governo continua priorizando o pagamento da dívida pública, favorecimento aos banqueiros e empresários. Por isso, a greve é uma grande pedra no sapato. Ceder às pautas dos 3 segmentos em greve é comprometer toda sua política econômica. 

Qual a proposta do governo aos docentes?

Mesmo sem um retorno da negociação, a mídia divulga: “proposta de reajuste de 45% aos docentes em greve” ou “governo fecha acordo com os docentes”. A proposta apresentada continua tendo como base o que já estava na mesa desde o ano passado, com elementos ainda piores que as anteriores. Além disso, o reajuste de 45% divulgado pela mídia contempla apenas os doutores titulares, último nível da carreira docente, que significa menos de 10% dos professores na ativa. 

Os professores ainda vão avaliar a proposta de reestruturação da carreira apresentada em seu Comando Nacional e nas bases, mas já apontam os problemas: “o governo quer fazer os professores trabalharem mais, com uma progressão lenta da carreira, implementando ainda toda a sua politica para a educação, como o PRONATEC”, afirmou Guttemberg do SINASEFE. 

E aos estudantes e técnicos administrativos?

Até agora não tivemos uma contra proposta aos estudantes apresentada pelo MEC, nem a reunião com o Ministério do Planejamento foi marcada. Na ultima reunião, apresentamos nossa pauta e exigimos uma mesa conjunta com os Ministérios, para parar com o empurra-empurra e termos respostas efetivas. Até agora, nada. 

O governo quer dividir o movimento grevista. Não tem nenhuma proposta apresentada até agora para as demais categorias. Os técnicos administrativos fizeram no ano passado uma greve e não tiveram nenhuma de suas pautas atendidas. Agora, mais um vez, o governo se nega a negociar com o conjunto dos trabalhadores e com os estudantes.

Avançar na unidade das categorias em greve
Sabemos que, para dar uma resposta à altura do projeto de educação que estamos construindo nessa greve, o governo deve atender às reivindicaçoes de todas as categorias. O papel do movimento grevista deve ser exigir que a negociação ocorra com todos os setores. Por isso, o Comando Nacional de Greve Estudantil chama os Comandos de Greve das outras categorias para caminharmos juntos, realizando ações unitárias nos estados e construindo, em Brasília, um Comando Nacional de Greve Unificado dos três setores. 

É hora de radicalizar: todos à Marcha do dia 18!
As ocupações de reitoria da UNB, UFPR, UFES e UFRJ já mostraram o caminho. É hora de apostar na radicalização das nossas ações, construindo atos unificados nos estados, a grande Marcha a Brasília no dia 18 e o Acampamento Nacional de todos os grevistas. Já são quase mil estudantes de todo o país preparando as caravanas para, junto com professores, técnico e os servidores públicos federais, realizarem nossa grande Marcha. Dia 18, vamos exigir nas ruas: Chega de enrolação! Negocia, Dilma!

“A greve continua. Dilma, a culpa é sua”

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Boletim da Greve

COMANDO ESTUDANTIL DE GREVE – UnB
Nº02 | 27 de junho de 2012
A GREVE É NO BRASIL INTEIRO: A EDUCAÇÃO FEDERAL PAROU!
Mais de 85% das 59 Instituições Federais de Ensino Superior Público (IFES) já declararam greve docente. A tendência é crescer nas poucas que não aderiram à paralisação iniciada dia 17 de maio. Em no mínimo 30 destas IFES também foi deflagrada greve estudantil, e tantas outras estão em processos de mobilização. A categoria dos técnico-administrativos, que nacionalmente iniciou sua greve no dia 11 de junho, hoje alcança adesão em cerca de 100% das instituições. Dia 13 de junho também iniciou a paralisação dos servidores federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica que já tem adesão de no mínimo 28 seções sindicais da categoria Brasil afora.
Ou seja, temos hoje um quadro que se encaminha para uma GREVE GERAL NA EDUCAÇÃO FEDERAL no Brasil. E ninguém comprometido com a educação pública pode permanecer alheio a este crescente movimento, simplesmente ignorar este fato. Há que se entender o que se passa e mais: PARTICIPAR, pois somente a PARTICIPAÇÃO massiva na CONSTRUÇÃO deste movimento dará forças a ele para arrancar nossas reivindicações do Governo Federal.

GREVE GERAL NA UnB: AGORA AS AULAS DEVEM SER NAS RUAS!
Na UnB, além dos professores que estão em greve desde 21/05 e dos técnicos desde 11/06, a decisão pela greve estudantil foi aclamada instintivamente por cerca de 500 presentes na Assembleia Geral do dia 24/05, e referendada pelo voto favorável de 22 Centros Acadêmicos no CEB do dia 29/05. Esta decisão democrática em nossos fóruns deliberativos deve ser respeitada pela minoria e seguida com consequência por todos aqueles favoráveis. O que implica dizer que todos aqueles estudantes e CA’s favoráveis à greve devem colaborar com o possível para que esta luta seja efetiva. É essencial participar nas reuniões do Comando de Greve, nas atividades de vídeo, debate, “aulões” e manifestações públicas. O Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão da UnB (CEPE) já aprovou a suspensão das datas finais do nosso calendário acadêmico, o que significa que todas as aulas desde 21/05 terão de ser repostas caso seja requerido pelos estudantes. Isto significa uma garantia a mais para não comparecermos às aulas… e ingressarmos nesta forte luta.

PELO QUE LUTAMOS?
As pautas do segmento estudantil na UnB extrapolam o mero apoio aos professores – o que por si já bastaria, pois suas condições de trabalho refletem-se em nosso ensino e porque amanhã poderemos vir a ocupar seus postos -, convergindo, então, em três eixos: 1)melhoria na ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL, com ampliação da verba federal para a universalização das políticas de permanência com RUs, alojamentos, transporte e creche universitária, proibição da contrapartida de trabalho dos estudantes nas bolsas permanência e aumento de seu valor para o equivalente ao salário mínimo, atendendo toda demanda para que haja condições dignas de estudo; 2) maior FINANCIAMENTO PÚBLICO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA, alcançando o patamar de 10% DO PIB; e 3)DEMOCRATIZAÇÃO DAS ESTRUTURAS DE PODER na Universidade, com PARIDADEpara eleições de cargos executivos, sendo que na UnB esta pauta já está garantida para eleição de Reitor, faltando a briga para alcançarmos as eleições paritárias para diretores dos campi e para a composição também PARITÁRIA nos Conselhos Superiores e Colegiados de Curso.

MOBILIZAR CADA UNIVERSIDADE PARA SE UNIR NACIONALMENTE
Para não se isolar do processo nacional de greve, estudantes grevistas da UnB participaram de uma Marcha Nacional em Brasília dia 05/06 e, juntamente com as delegações de outras 40 Universidades, realizaram uma Plenária com cerca de 2 mil estudantes para formação de um Comando Nacional de Greve Estudantil (CNGE). O CNGE, que se propôs a ter delegados eleitos diretamente nas Assembleias Gerais de cada Universidade, foi efetivamente constituído no dia 18/06 em uma reunião no Rio de Janeiro, paralela à RIO+20, na qual participaram 53 delegados de 38 instituições e mais de 300 presentes. Os delegados do CNGE se instalarão de forma permanente em Brasília (na FE/UnB) a partir do dia 25/06 e darão encaminhamento a tarefas executivas para garantir a unidade nacional (como comunicação, negociações com o Governo, propaganda etc.).
No entanto, o CNGE NÃO SUBSTIUI a mobilização no chão de cada Universidade. Ao contrário, uma unidade nacional das pautas só tem razão e força para existir se cada uma das localidades estiver protagonizando ações unificadas que pressionem o Governo. E nós, estudantes da UnB, temos responsabilidade exemplar, pois estamos localizados no centro do poder político do Governo.

UM DESAFIO QUE MERECE NOSSA RESPONSABILIDADE
A tarefa será dura e exigirá paciência e muito empenho. O MEC já recebeu no dia 06/06, a solicitação de instalação de uma Mesa Nacional de Negociação com o CNGE, porém uma data ainda não foi confirmada. Não podemos depender da mesma “disposição” que o Governo vem demostrando na negociação com os professores e servidores, nas quais já desmarcou duas reuniões e até hoje não apresentou NENHUMA PROPOSTA sobre a reivindicação das categorias. Ou pressionamos efetivamente o Governo ou nada sairá: essa é nossa tarefa.
Os transtornos causados pela greve são a forma de fazer valer a voz de estudantes e trabalhadores perante as ingerências do Governo, que na “normalidade” de nossas atividades não nos escuta. Fugir a esta normalidade, portanto, é o único modo de lutar por melhores condições de estudo e trabalho para o nosso cotidiano. A greve já é um fato. A luta está aberta. E só a participação ativa dos estudantes poderá gerar forças pela vitória de nossas pautas, vitória que será para todos/as! TODOS/AS À GREVE!
Fique por dentro da greve. Participe das reuniões e atividades do Comando Estudantil de Greve da UnB, que passa a se reunir todas as segundas às 18h e quintas às 12h, no Ceubinho (Campus Darcy).
Blog: www.GREVEestudantilUNB.wordpress.com
Participe do ato de Greve da UnB pela Assistência Estudantil
3 de Julho
Concentração às 12h, no Ceubinho (Darcy)

segunda-feira, 28 de maio de 2012

ASSEMBLEIA GERAL - 30/05


ASSEMBLEIA GERAL DE ESTUDANTES DE LETRAS

Quando? Quarta-feira, 30/05, às 12h
(haverá uma reunião 17h50 para quem não puder estar presente no horário)
Onde? No CALET (ICC Sul, Sala BT-222)

Importante: aos/às interessados/as em ir ao ENEL, a presença na Assembleia conta ponto de participação para o ônibus.

Pauta única:

GREVE


É muito importante a participação de todos/as os/as estudantes de Letras, independente de habilitação e semestre. Faça valer a sua opinião e a sua voz! Participe! Se tiver dúvidas ou sugestões de pauta, entre em contato conosco: caletunb@gmail.com


sexta-feira, 25 de maio de 2012

A GREVE E A LETRAS - Chamada para Assembleia Geral!

Pelo visto, dá pra saber que ninguém gosta de greve pela metade. Ninguém gosta de aula pela metade, universidade pela metade, professores pela metade, assistência pela metade, acordos pela metade. Ontem a Assembleia Geral de Estudantes votou a favor de uma greve estudantil, não apenas em apoio aos professores e professoras, mas também para reivindicar suas próprias pautas (melhoria nas condições de ensino, qualidade na assistência estudantil e paridade entre os segmentos da universidade - professores/as, estudantes e técnicos/as - nas decisões importantes, como, por exemplo, eleições para reitoria).

Mas muitas dúvidas acabam surgindo a partir daí, dentre elas qual é a legitimidade de uma assembleia que não deu quórum estatutário. Não vamos nos esquecer de que, independente de quórum, foi uma Assembleia cheia e que mostra a indignação de muitos/as estudantes com a situação, independente de qual seja (se a educação em si ou só a chatice de vir pra UnB para ter uma ou outra aula). É muito difícil a gente conseguir mobilizar os/as estudantes dessa Universidade por vários motivos, não só pela falta de divulgação das ações, mas também por uma apatia que a gente ver rodear os/as estudantes da Universidade. Chegar, ir pra aula, fazer os trabalhos, voltar para casa e fica por isso só. Mas a Universidade não é isso só, e ela só existe da forma que conhecemos (apesar de ainda ter MUITOS problemas) devido a conquista de pessoas indignadas com a situação da sociedade e da universidade. Todos/as nós pagamos imposto, então o acesso à Universidade é, mais do que um direito, um compromisso não apenas com nós mesmos/as, mas com toda a sociedade que banca (seja na esperança, seja nos impostos) essa educação.

Então, galera, não vamos fechar os olhos: o problema está aí e ele existe! A greve dos/as professores/as não é um fato isolado, não está acontecendo só aqui, mas no Brasil inteiro. Não importa se ela veio em má hora, ela tem uma razão de acontecer, e mais do que dinheiro, tem a ver com o descompromisso com a educação no Brasil e não só em Brasília. Aliás, acho que é justamente pela má hora em que ela chegou que a gente não pode ficar parado/a à mercê dos/as professores/as. Estudante tem direito, sim, de aderir à causa e se UM/A ÚNICO/A ESTUDANTE ESTÁ INSATISFEITO/A COM A SITUAÇÃO E QUISER ADERIR À GREVE NESSE MOMENTO, o/a professor/a deve, SIM, repor a aula. E acho que nenhum professor ou professora também quer dar a mesma aula duas vezes. Assim como os/as professores/as têm o direito de decidir se vão ou não continuar suas aulas, NÓS TAMBÉM TEMOS.

E não vamos nos esquecer, caso alguém não saiba, de que os/as técnicos/as TAMBÉM estão com a tendência a entrar em greve, o que prejudicaria ainda mais a nossa situação. Vir à Universidade vai ser um esforço, sim, e por mais que queiramos dar continuidade aos estudos (e quem não quer, não é?), as coisas não podem continuar como estão.

CHEGA DE GREVE PARCIAL, SE FOR PRA SER, QUE SEJA GERAL!


Dessa forma, mais uma vez, o Centro Acadêmico de Letras convoca uma ASSEMBLEIA GERAL DE ESTUDANTES DE LETRAS nessa quarta-feira (30/05), com horário a ser definido (inclusive, estamos precisando de sugestões de horário, entra 12h e 18h, para saber qual horário é mais viável - ou os dois).

Greve não é férias, parar as atividades acadêmicas não significa parar as discussões ou parar a Universidade. Ela vai estar funcionando, sim, mas voltada às causas. É muito, mas MUITO importante (e volto a frisar: MUITO IMPORTANTE) a presença dos/as estudantes de Letras. Se quisermos ter voz, espaço e AUTONOMIA para atuar na NOSSA UNIVERSIDADE, precisamos marcar presença, precisamos participar ativamente de decisões e discussões que sim, nos afetam diretamente! Independente de qual seja a posição de cada um e cada uma aqui, ela precisa ser levada em conta e precisa ser levada às instâncias deliberativas para podermos não apenas dizer, mas MOSTRAR que NÓS TAMBÉM FAZEMOS PARTE DA UNB!